segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Projeto isenta de IPI veículos destinados à atividade de turismo


A Câmara analisa o Projeto de Lei 6903/13, da deputada Magda Mofatto (PR-GO), que isenta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) os veículos adquiridos por motoristas autônomos destinados exclusivamente à atividade de turismo.

Para ter direito à isenção o veículo deverá estar registrado nos órgãos competentes e inscrito no Cadastro Nacional de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), do Ministério do Turismo.
A ideia da autora é conceder aos guias de turismo o mesmo benefício já concedido aos taxistas. Segundo a deputada, o objetivo é garantir a qualidade do transporte oferecido aos turistas, estimulando a renovação da frota.
O projeto acrescenta dispositivo à Lei 8.989/95, que trata da isenção do IPI para taxistas e para pessoas portadoras de deficiência física. Segundo o texto, o veículo adquirido com a isenção poderá ser equipado com motor de cilindradas de até 2.500 cm³ e ter capacidade de transporte de sete pessoas sentadas, excluído o motorista.
Tramitação
De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Turismo; de Finanças e Tributação (inclusive no mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara Notícias

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

COMPRA DE VEÍCULOS DE CARGA POR MOTORISTAS AUTÔNOMOS PODE TER ISENÇÃO FISCAL




Os transportadores autônomos de carga poderão ter mais facilidade na hora de comprar caminhões. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 704/2011, facilita a aquisição desses veículos por meio da redução de alíquotas e da isenção de tributos federais incidentes sobre o produto.
O PLS 704/2011 reduz a zero as alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep e Cofins, e isenta de IPI a aquisição de veículos de carga para motoristas autônomos. De autoria da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), o projeto encontra-se na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será apreciado em caráter terminativo.
A proposta, já aprovada na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), é relatada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), favorável à matéria nos termos de substitutivo de sua autoria.
Pela proposta, será reduzida a zero a alíquota da contribuição para a Cofins incidente sobre a receita bruta decorrente da venda, no mercado interno, de caminhões chassi com carga útil igual ou superior a 1.800 kg, e caminhão monobloco com carga útil igual ou superior a 1.500 kg.
Para tanto, deverão ser observadas as especificações estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, destinadas a transportador autônomo de cargas devidamente inscrito em registro da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Os veículos contemplados pela medida também ficam isentos do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). A redução de alíquotas só produzirá efeitos a partir do primeiro dia do exercício financeiro imediatamente posterior àquele em que for implementada a medida. O relator na CAE incluiu ainda artigo que contempla a estimativa de renúncia decorrente da redução de alíquotas de que trata o projeto.

Circulação

Na justificativa do projeto, Kátia Abreu lembra que há mais de 2 milhões de veículos de carga em circulação em todo o país, e que cerca de 50% dessa frota pertence a transportadores autônomos. A senadora observa ainda que a idade média desses veículos é superior a 18 anos, o que torna urgente sua modernização em nome da segurança nas estradas e da economia na manutenção da malha viária.
Kátia Abreu lembra ainda que, no Brasil, o escoamento da produção agrícola ainda depende fundamentalmente do transporte rodoviário, apesar da vocação natural do país para abrigar outros modais, especialmente o ferroviário e o aquaviário.
Fonte: Agência Senado

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

OS 20 USADOS MAIS NEGOCIADOS EM AGOSTO DE 2014.


VW Gol - 97.361 unidades
Fiat Uno - 60.139 unidades
3º Fiat Palio - 53.968 unidades 
Chevrolet Celta - 32.364 unidades
5º Chevrolet Corsa - 31.355 unidades
6º Ford Fiesta - 21.465 unidades
7º VW Fox - 20.980 unidades
8º 
Fiat Siena - 20.028 unidades 
9º Chevrolet Classic - 19.667 unidades
10º Toyota Corolla - 14.992 unidades

11º Honda Civic - 13.327 unidades
12º Ford KA - 13.324 unidades
13º VW Voyage - 11.931 unidades 
14º VW Fusca - 10.231 unidades
15º Chevrolet Vectra - 10.061 unidades
16º Fiat Palio Weekend - 9.164 unidades
17º VW Parati - 9.105 unidades
18º 
Honda Fit - 8.979 unidades 
19º Chevrolet Astra - 8.666 unidades
20º Renault Sandero - 8.524 unidades


Fonte: Fenabrave.

OS DEZ CARROS NOVOS MAIS VENDIDOS EM SETEMBRO DE 2014

1º Fiat Palio - 15.907 unidades
2º Chevrolet Onix - 13.483 unidades
3º VW/Gol - 12.583 unidades 
4º Hyundai HB20 - 9.904 unidades
5º Fiat Siena - 9.518 unidades
6º Fiat Uno - 8.749 unidades
7º VW Fox/CrossFox - 8.470 unidades
8º 
GM/Prisma - 8.353 unidades 
9º Renault/Sandero - 7.488 unidades
10º Ford/KA - 7.093 unidades

Fonte: Fenabrave.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A VENDA DE CARROS USADOS CRESCERAM 14,5% DURANTE O MÊS DE MAIO

Os carros usados estão levando vantagem em relação aos novos. Com menos crédito aos consumidores, alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e obrigatoriedade dos itens de segurança, ficou evidente a vantagem dos usados sobre os novos. Para quem pretende trocar de carro, é a oportunidade de adquirir um carro usado, mas com melhor preço.

Os números de vendas e financiamentos deixam claro a diferença. Em maio, as vendas dos veículos caíram 7,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Associação Nacional das Fabricantes de Automóveis (Anfavea). Na mesma análise, os usados cresceram 14,5%, informa a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).

Dados da Cetip mostram que, em maio, foram financiados 533 mil veículos, uma queda de 6% em relação ao ano anterior. No detalhe, contudo, é possível perceber a mudança do perfil do consumo. O número de operações com veículos novos caiu, de 195 mil para 170 mil. Já os carros com quatro a oito anos de uso foram mais financiados. O número aumentou de 115 mil para 122 mil operações.
"Isso mostra um amadurecimento dos consumidores", afirma o consultor financeiro da Libratta, Rogério Olegário. Ele desaconselha que o consumidor troque de veículo com frequência. "A troca do carro é muita cara, há gastos com transferência, seguro e a própria desvalorização", afirma. Segundo ele, o mais recomendável é adquirir um veículo mais barato e guardar uma parte do dinheiro para investimento. No futuro, os rendimentos do dinheiro aplicado ajudarão a trocar de carro mais uma vez.

Juros
Essa escolha exige cuidado. "A conta vai depender da condição de juros, se os juros ofertados estão abaixo da condição de rendimento ou não. Normalmente, dificilmente o consumidor vai conseguir isso no investimento de curto prazo", afirma Mário Amigo, professor de finanças da Fipecafi.

Na dúvida, vale a recomendação clássica de qualquer financiamento: quanto menos tempo de financiamento, menos juros e melhor para o bolso do consumidor. "O brasileiro ainda tem a mania de só olhar para o tamanho da parcela e não para o juro", diz Amigo.
A taxa de juros para aquisição de veículos varia de 0,67% a 3,92% ao mês, segundo os dados mais recentes apurados pelo Banco Central com financeiras e bancos de montadoras. Vale a ressalva que esses números são uma média, que inclui novos e usados, o perfil do consumidor e as condições de compra. Os especialistas lembram que, apesar da vantagem comparativa no preço, os juros do financiamento dos usados costumam ser maiores que os do novos.

Outro item que costuma tirar o sono de consumidores é a desvalorização dos veículos. "É verdade que a depreciação tende a ser maior no primeiro ano. Mas, nos anos seguintes, ela pode ser pequena, dependendo do perfil do carro. Um veículo mais acessível, por exemplo, tende a ter um número maior de interessados, o que ajuda a manter essa cotação. Já nos carros mais caros, a tendência é inversa", diz Vitor Meizikas, analista da consultoria Molicar.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Campanha de "Deslançamento” da Kombi recebe prêmio.


A campanha que marcou o fim da produção da Kombi recebeu sete prêmios no Festival de Cannes 2014, um dos mais prestigiados e concorridos eventos mundiais da área publicitária. A série de anúncios e ações foi criada pela Volkswagen junto à agência AlmapBBDO e iniciou com a comunicação do “Deslançamento” do veículo após 56 anos de fabricação no Brasil, encerrando com a realização dos “Últimos desejos da Kombi”, registrada em um documentário que está no ar no site www.vw.com.br/kombi.
A campanha recebeu dois Leões de Ouro na categoria Branded Content & Entertainment, que avalia a criação e a integração de conteúdos originais de uma marca. Dois Leões de Bronze foram conquistados na categoria Direct (comunicação dirigida com o intuito de gerar respostas ou ações específicas, construindo e prolongando relacionamentos) e outros três Leões de Bronze em PR (Relações Públicas), Film e Cyber (comunicação online, digital e tecnológica). Com as sete conquistas, a campanha de “Deslançamento” da Kombi se torna a mais premiada da Volkswagen do Brasil no festival de Cannes.
“Essa importante premiação é mais uma prova de que a Kombi teve uma despedida à altura de sua importância no mundo”, diz o gerente executivo de Comerciais Leves, Marcelo Olival.
“A Kombi foi, e ainda é, um ícone na indústria automotiva mundial. A ampla campanha promovida em torno do fim de produção do modelo teve como objetivo homenagear um veículo tão emblemático, que foi produzido por mais de meio século pela Volkswagen no Brasil”, afirma o gerente de Produto e Marketing de Comerciais Leves da Volkswagen do Brasil, Carlos Leite.
“Deslançamento” da Kombi mereceu dois Leões de Ouro e cinco de Bronze, tornando-se a campanha mais premiada da Volkswagen do Brasil no festival
Além de anúncios com formatos tradicionais, a campanha de despedida da Volkswagen Kombi foi centrada no site no qual o público podia contar histórias sobre seu relacionamento com o veículo. Foram recebidos mais de 300 relatos de todo mundo, que foram reunidos em um livro publicado em versões digital e impressa.
Alguns autores das narrativas foram selecionados e incluídos como “herdeiros” na peça “Os últimos desejos da Kombi”, recebendo lembranças relativas às experiências pessoais contidas em seus textos. A campanha incluiu também o lançamento da série especial Last Edition, um modelo diferenciado da Kombi com edição limitada a 1.200 exemplares numerados.
A peça de encerramento da campanha é um documentário sobre a volta da Kombi “para casa”, cumprindo antes um roteiro em que entregou os presentes às pessoas selecionadas entre as que colaboraram com o site, passando pela cidade de Amersfoort, na Holanda, para visitar Ben Pon Jr., filho do comerciante holandês autor da ideia que levou à sua criação, na década de 1940. O vídeo, veiculado na internet, com narração em português e inglês, teve mais de 4 milhões acessos em todo o mundo.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Carro usado: O que verificar antes de fechar o negócio

Os itens abaixo são apenas uma referência e servem para uma avaliação básica do veículo desejado. Uma avaliação avançada deve ser realizada por um profissional de confiança.

Bateria
Observar as condições gerais da bateria, se a caixa não está estufada, os rótulos queimados nas bordas ou algum tipo de vazamento nos polos (zinabre). Além disso, dê cerca de três partidas seguidas no veículo para observar o comportamento da bateria.
Para qualquer sintoma descrito acima, será necessário uma investigação maior, pois pode ser necessária a troca da bateria ou manutenção elétrica.

Pneus
Observar se os pneus não estão carecas (abaixo do TWI 1,6 mm), se não apresentam desgaste irregular (o que pode representar despesa extra com pneu e até mesmo com a suspensão). “Nunca se esqueça de verificar a condição do estepe, pois você pode precisar dele quando menos esperar”, lembra Vanni.

Amortecedores / suspensão
Observar se os amortecedores não apresentam vazamento em uma analise visual. Ao rodar com o veículo em um teste prévio, observar se ele não apresenta estabilidade em curvas e se a suspensão não faz nenhum tipo de barulho estranho. Quando não puder fazer teste de percurso, comprima a suspensão para verificar o balanço do carro. Veículos que balançam demais podem estar com problemas e amortecedores molas e outros componentes.

Ventilação
Acione o sistema para verificar se o mesmo está “gelando”. Caso não pode ser necessária uma manutenção completa do sistema. Se estiver gelando pouco, pode ser realizada apenas a troca de filtros. Aproveite e faça higienização, que evita maus cheiros dentro carro e também a proliferação de ácaros que causam problemas respiratórios.

Freios
Observe durante teste de trajeto se há ruídos no momento de acionar os freios ou mesmo a percepção de pedal borrachudo. Esses são indícios de necessidade de manutenção. Com o veículo parado, analise se luzes de anomalia acendem no painel e a altura do freio de mão, que se estiver muito alto demonstra necessidade de ajuste ou manutenção completa do sistema de freios.

Óleo
Caso não tenha a etiqueta fixa no vidro, essa deve ser a primeira manutenção a ser realizada.

Alinhamento e balanceamento
“Desgaste irregular de pneus? Necessário verificar o alinhamento. Durante o teste de percurso, caso a direção apresente alguma vibração, realizar balanceamento; se estiver puxando ou volante torto, faça um alinhamento para garantir uma condução estável e segura”, finaliza o engenheiro.

Alta do carro novo leva consumidor para o usado





quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A História do Logotipo da Volkswagen

As origens do logotipo Volkswagen (com a letra V acima da letra W, dentro de um círculo) remetem aos primórdios da Volkswagenwerk (fábrica Volkswagen), cuja cerimônia de lançamento da pedra fundamental foi realizada em 26 de maio de 1938. O designer de motores Franz Xaver Reimspiess, da Porsche KG, criou a marca Volkswagen, com as duas letras. Em abril do mesmo ano, o logo VW foi registrado em uma roda dentada, a qual foi o símbolo da Frente de Trabalho Alemã (Deutsche Arbeitsfront, DAF), que era proprietária da empresa.
Logo VW de 1938
Logo VW de 1938
O logotipo da VW também foi usado dentro do símbolo da “Organização Força Através da Alegria” (Kraft durch Freude, KDF), que fazia parte da DAF, sendo que esse logo foi registrado em 1939.
Logo VW de 1945 até 1948
Logo VW de 1945 até 1948
Após o governo militar britânico assumir a responsabilidade pela Volkswagen, o major Ivan Hirst, diretor sênior residente que era responsável pela fábrica, decidiu em 1945 que o logotipo seria apenas o V e o W dentro de um círculo.
Logo VW de 1949 até 1966
Logo VW de 1949 até 1966
O logotipo da VW, semelhante ao que é conhecido hoje, foi registrado em outubro de 1948 no Departamento Alemão de Patentes, em Munique. E, desde então, recebeu várias atualizações.
Logo VW de 1967 até 1977
Logo VW de 1967 até 1977
No passado, o logo Volkswagen foi utilizado em diversas variações e cores, mas sempre com o V colocado acima do W, em círculo. Durante os anos 1950, o logo foi impresso principalmente em preto e branco. Até o fim da década de 1960, a cor azul foi usada mais frequentemente, mas ainda havia variação de cores.
Logo VW de 1978 até 1995
Logo VW de 1978 até 1995
Geralmente, o logo era encontrado nas cores preto em fundo branco ou branco sobre fundo azul ou preto. Na década de 1980, a cor azul tornou-se ainda mais importante.
Logo VW de 1996 até 1999
Logo VW de 1996 até 1999
Em 1996, o logotipo foi alterado para azul escuro, sendo que esse novo logo seguiu o design corporativo.
Logo VW de 1999 até 2012
Logo VW de 1999 até 2012
A partir de 1999, o logo da Volkswagen recebeu uma adaptação tridimensional.
Logo VW a partir de 2013
Logo VW a partir de 2013
Em 2013, ganha sua mais nova versão.


Fonte: Site da VW.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014